Hip Hop Festival volta a agitar Joinville em março

No dia dia 9 de março, uma sexta-feira, a partir das 14 horas, na Yelo Stage, está confirmada a 4ª edição do Joinville Hip Hop Festival. Depois de alguns anos sem ser realizado, o produtor e rapper Ukah Lucas da Silva sentiu a necessidade de resgatar e celebrar o hip hop joinvilense novamente. Para isso, convidou artistas de renome nacional e locais para esta edição, que também comemora o aniversário da cidade mais populosa de Santa Catarina.
O evento une os quatro  elementos da cultura Hip Hop: DJ, MC, B.Boy e Grafite. Para esta edição foram convidados os rappers MV Bill, Coruja BC1 e Cynthia Luz para fazer ecoar a cultura das ruas e propagar um dos movimentos culturais mais antigos deste século. Além de música, grafite, batalha de MCs e break serão os  grandes destaques do Joinville Hip Hop Festival.
ATRAÇÕES
 
DJS – NO PALCO PRINCIPAL YELO STAGE
Riska
Jay Lipe
Edy
ABERTURA – SHOWS NO PALCO PRINCIPAL YELO STAGE – GRUPOS DE JOINVILLE E REGIÃO
Clã do Subúrbio
Sangue Bom
SPT
Cayman
Bercahya Gang
SHOWS NO PALCO PRINCIPAL YELO STAGE
MV Bill
Coruja BC1
Cynthia Luz
ESTACIONAMENTO
Live painting com os grafiteiros:
Onose, Bilbo e Sena
 
Palco Hall de entrada Yelo Stage:  Batalha de MCs valendo 1 mil reais para o campeão.
– Inscrição R$ 30,00
Palco Limme Club: Batalha de Break valendo 1 mil reais para a dupla campeã
– Inscrição R$ 50,00 por dupla
ARTISTAS
 
 
MV Bill
Alex Pereira Barbosa (Rio de Janeiro, 3 de janeiro de 1974), mais conhecido pelo nome artístico MV Bill, é um rapper, ator , escritor e ativista brasileiro. Iniciou a carreira na música em 1988, quando começou a escrever sambas-enredos para seu pai; em 1993 fez sua primeira participação em um disco oficial.
Seu primeiro álbum foi lançado em 1998 sob o título de “Traficando Informação”, que contou com a faixa “Soldado do Morro”. Nesta época, MV Bill foi acusado de apologia ao crime. Três anos depois, gravou o segundo trabalho, chamado “Declaração de Guerra”, com participações de artistas como Charlie Brown Jr. e Nega Gizza.
Sua discografia abrange outros dois álbuns, “Falcão, O Bagulho é Doido”, de 2006, e “Causa e Efeito”, de 2010. Também lançou um disco de vídeo em 2009, intitulado “Despacho Urbano”. Paralelamente à carreira de rapper, MV Bill lançou em 2005, junto com Celso Athayde, o livro “Cabeça de Porco”. E no ano seguinte, “Falcão – Meninos do Tráfico”, disponibilizado em livro e DVD, que se tornou conhecido nacionalmente após exibição no programa “Fantástico”, da Rede Globo.
O documentário conta a história de 17 jovens que se envolveram com o tráfico de drogas, e somente um sobreviveu. Durante as filmagens, Bill chegou a ser preso. Uma sequência desse material foi lançada em 2007, com o nome “Falcão – Mulheres e o Tráfico”.
MV Bill também atua como ativista social, tendo criado junto com Celso Athayde a organização não-governamental Central Única das Favelas (Cufa), presente em todos os Estados do Brasil. Acompanhada da Cufa, veio o Festival Hutúz e, consequentemente, o Prêmio Hutúz, que, enquanto existiu, foi considerado o maior do gênero na América Latina.
Em 2009, participou das filmagens de “Sonhos Roubados” e, no ano seguinte, passou a integrar o elenco da 18ª temporada da telenovela “Malhação”, exibida pela Rede Globo, como o persongem Antônio. Apresentou o programa Aglomerado, na TV Brasil, o programa A Voz das Periferias, na 94,1FM do Rio de Janeiro, e O Som das Ruas, na 94,9FM do Rio. Também foi apresentador de programas na antiga MTV Brasil.
No show de Joinville, MV Bill irá lançar seu último  álbum “Contemporâneo”,  que traz músicas escritas pelo rapper baseadas na violência urbana carioca.
 
Coruja BC1
Nascido em Osasco e criado em Bauru, o cantor e compositor Gustavo Vinicius Gomes de Sousa leva hoje o codinome “Coruja BC1” estampado no braço, nos discos e nas letras. A sigla, que também dá nome à equipe que acompanha o rapper em sua caminhada, deixa claro aonde ele quer chegar com sua arte: “Em busca do conhecimento em primeiro lugar”. O rapper faz parte do casting do “Laboratório Fantasma” do Emicida.
Alimentando uma forte ligação com a música que vem desde a infância, Coruja constrói um trabalho de mensagem com base em suas vivências e suas influências – que, além do rap, passam pelo samba, pela MPB e pelo jazz. As músicas do rapper apresentam rimas fortes e batidas bem marcadas, construídas pelos vários produtores que colaboram com a carreira do artista. O primeiro álbum solo do Coruja BC1 foi “NDDN”, abreviação para “No Dia Dos Nossos”.

(Crédito: Felipe Barros)

 Conhecido do cenário do rap brasileiro desde que lançou as mixtapes “Até Surdo Ouvir” (2012) e “A Voz do Coração” (2014), Coruja BC1 foi fomentando seu público e trilhando um consistente caminho no segmento sem se precipitar em correr para gravar um disco. Nesse meio tempo lançou “Modo F”, remix de “A Tale Of 2 Citez”, de J Cole, e foi conhecendo mais pessoas, entre elas Skeeter, que produziu com ele o single “Passando a Limpo” (2016) e o primordial “NDDN”.
Foram quase três anos de trabalho, incluindo a pré-produção. “Eu trazia as letras e o Skeeter colocava as bases, Fizemos 22 músicas, gravei 17 e o disco ficou com 11”, explica o meticuloso Coruja BC1, que continua: “A mensagem do disco tem bases nas raízes, na ancestralidade, na conquista, na aceitação, na autoestima e no empoderamento. A ideia é relembrar o povo preto de seu valor, que somos descendentes de reis. É um disco encorajador”, destaca.
Bastante conceitual, o álbum é como um filme; o conjunto de faixas conta uma história que começa no ódio total, mas se equilibra e é concluído no amor. Skeeter também fala sobre sua inventiva produção: “Fazer esse disco foi um desafio pra mim, tive que me reinventar a cada batida para fazer jus ao nível das rimas do Coruja, e o resultado disso é um disco que consegue passar seriedade de várias formas e ritmos diferentes”. “NDDN” traz participações de peso: Emicida, Rael, Menor do Chapa e os cantores Tiê e Fióti.
Aos 23 anos, o paulistano Gustavo de Souza, apelidado de Coruja na infância, traz diversas referências, é envolvido com música desde criança, quando ganhou de seu avô um pandeiro e depois um cavaquinho. Tendo influências nordestinas desde cedo, Coruja BC1 foi B-Boy, esteve presente em batalhas de freestyle, conquistando seu espaço no rap, teve trabalho internacional realizado com o rapper argentino Emanero, participou de festivais nacionais e em discos de grandes artistas. Fruto do rap, do repente e do jazz, Coruja BC1 é dono de uma construção constante em flow e criatividade em forma de rimas. Basta ouvir “NDDN” para comprovar.
 
Cynthia Luz
Nascida em Itajuba (MG), Cynthia Luz logo mudou-se para São José dos Campos,onde passou sua infância cantando em corais e bandas das igrejas que os pais frequentavam. Aos 15 anos, vai para São José do Rio Preto, onde começa sua trajetória em bares da região, apresentações em festivais escolares, criação de bandas e assim vai… Até sentir a necessidade de buscar algo maior, arriscar a vida sozinha para viver, realmente , da música na capital.
Já na cidade de São Paulo, começa a fazer vídeos caseiros, correr atrás de bons produtores a fim de conhecer novas parcerias e desenvolver seu networking. Assim foi até o momento em que o Mc Froid assiste a um de seus vídeos na internet e a convida para fazer parte de sua equipe. Nesse momento sua carreira profissional se inicia. Sem medo de lutar por seu espaço em um território praticamente masculino, Cynthia Luz começa a ganhar força, receber convites de gravadoras e produtores renomados até firmar-se no selo M4DE BRAZIL. Sua melodia suave, de voz macia e gostosa de escutar, com um timbre único, demonstrado por seus trabalhos já lançados, chamam a atenção para uma artista que ainda tem muito para apresentar.
Após o lançamento recente do seu EP “Do Caos ao Nirvana”, Cynthia saiu como destaque nas principais mídias do País como uma das promessas de 2018. O primeiro EP, “Do Caos ao Nirvana”, tem as participações de Froid, Nog e Predella. Em menos de um mês de lançamento, o trabalho atingiu quase 5 milhões visualizações no Youtube e foi destaque nas principais playlists do Spotify. Além disso, foi apontada pelas principais mídias nacionais (Veja, Folha de São Paulo, Billboard) com uma da promessas de 2018.
SERVIÇO:
O quê: 4º Joinville Hip Hop Festival
Onde: Yelo Stage- Av. Cel. Procópio Gomes, 358 – Centro
Quando: 9 de março (aniversário de Joinville)
Horário: a partir das 14h
Quanto: R$30,00 primeiro lote
 
INGRESSOS ANTECIPADOS
Brixton Hip Hop Raro: rua Princesa Isabel, 259 B – Sala 101 – Centro
Terral surf Shop: rua Mario Lobo, 106- Anexo ao Shopping Cidade das Flores
Cacau Show- Big Norte (rua Orestes Guimarães, 720 – América) e Giassi Sul (rua Inácio Bastos, 173, Bucarein)
INFORMAÇÕES
Lucas Vieira
Telefone: 47 99686- 8706
E mail: lucasvieirap@gmail.com
Assessoria de Comunicação- Rodrigo Domingos 
Telefone: 47 3025 4225- 99612 3517
E mail: rodrigocomunica@hotmail.com

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