Toda mudança está em nossas mãos

Por Ana Maria Vavassori*

O primeiro entendimento que um gestor público deve ter é que seu cliente final, “seja qual for seu produto”, é o cidadão-contribuinte-eleitor. Partindo dessa premissa, seria possível governar qualquer cidade, Estado ou nação com clareza e objetividade, porque, embora se imagine que um governo seja uma empresa, na verdade seus proprietários são os cidadãos-contribuintes-eleitores, e se o cliente sempre tem razão, imaginem só quando o cliente é também o dono da empresa.

Diante da atual realidade política socioeconômica, podemos compreender qualquer explicação matemática ou administrativa. Quem não entende a verdadeira situação são os governantes, que insistem em não compreender o básico: que não estão, em hipótese alguma, atendendo adequadamente ao seu cliente, que também é quem financia toda essa empreitada. Sem esse conhecimento, não há como se obter sucesso ou ser competente para aquilo que se está destinado ou eleito.

Precisamos do entendimento de que não há linhas divisórias e que somos todos cidadãos, contribuintes e eleitores e, portanto, deveríamos unir forças, conhecimento e competência para modificarmos essa sombria realidade.

Como cidadãos, não temos atendimentos adequado nem na saúde nem na educação e muito menos na segurança, e eu pergunto: por que então permitimos ser governados por esses representantes que já provaram tamanha inabilidade administrativa e pouco entendimento sobre o bem comum?

Precisamos, literalmente, tirar a bunda da cadeira e, além de dar voz às nossas reivindicações, temos de agir. E digo que esperar as eleições é muito cômodo e pouco apreciativo.

LUTEMOS POR NÓS MESMOS!

*Analista de sistemas e mídias sociais e professora universitária

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