Ato na Praça da Bandeira, em Joinville, lembra um ano do assassinato da vereadora Marielle Franco

Nesta quinta-feira, 14 de março, faz um ano do brutal assassinato da vereadora carioca do PSOL Marielle Franco. Executada com seu motorista Anderson Gomes com 13 tiros, a morte ficou marcada como um atentado a uma legisladora eleita por mais de 46 mil votos.

Nesta semana, a Justiça prendeu dois homens acusados de matá-la, dois ex-
policiais militares. Ainda assim, o PSOL Joinville convocou a população que também ainda está indignada para questionar quem mandou matar Marielle Franco e quais foram os motivos que levaram a esse crime, além de clamar por justiça e agilidade na resolução completa do caso.

Membro do diretório estadual do Partido Socialismo e Liberdade em
Santa Catarina e envolvido na organização do ato, Guilherme Luiz Weiler diz que “quando se trata de agentes do Estado matando uma outra agente pública, esta eleita pelo povo, ameaça-se o Estado Democrático de Direito”.

“É preciso ficar claro que o PSOL não quer que essa seja uma morte que
valha mais que outra. O que estamos pedindo é que a justiça atenda ao
anseio da população e explique por que profissionais que pagamos para
que nos protejam estão matando quem escolhemos para nos representar.
Estamos pedindo explicações e que não haja impunidade. Marielle fazia
um trabalho excepcional”, afirma.

Reflexões

O ato se concentrará a partir das 18 horas na Praça da Bandeira e se
dará com reflexões e conversas sobre esses 365 dias sem Marielle e o
que ainda podemos esperar pela frente. Toda a população, independentemente de viés ideológico ou partidário, está convidada a participar.

“Marielle não é uma causa partidária – mas sim humanitária. Tentaram
matá-la, quebraram placas, mas o que fica é seu bom exemplo e sua
atuação. Por isso gritamos que Marielle ainda vive!”, destaca.


(Por assessoria / Guilherme Luiz Weiler)

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